Manual do Servidor de Exames

Arquivo e visualizador de tomografias XSTD (CBCT) da clínica.

1. Primeiro acesso

  1. No servidor, use o atalho Servidor de Exames (Área de Trabalho ou Menu Iniciar). Em outro computador da clínica, abra no navegador https://IP-DO-SERVIDOR:8786.
  2. O navegador avisa que o certificado não é reconhecido: é o certificado próprio do servidor. Clique em Avançado → Continuar. Isso só acontece na primeira vez em cada computador.
  3. Entre com o usuário admin e a senha inicial mostrada no fim da instalação.
  4. Vá em Minha conta e troque a senha. A senha inicial deixa de valer.

Perdeu a senha inicial? Ela fica em C:\ProgramData\ServidorXSTD\ACESSO.txt até ser trocada. Abra com o Bloco de Notas como administrador.

2. Usuários

Em Administração → Usuários, crie uma conta para cada pessoa.

Desativar uma conta ou trocar a senha dela encerra na hora as sessões abertas daquela pessoa. O Registro de acessos mostra quem entrou, de onde, e quais exames abriu, baixou ou editou.

3. Pastas de exames

Em Administração → Pastas vigiadas, informe o caminho completo da pasta onde ficam os exames no servidor (exemplo: E:\ImageRoot) e clique em Adicionar pasta. A cada minuto o servidor procura arquivos .xstd e .xoran nela e nas subpastas e cadastra os novos. Os arquivos originais não são copiados, movidos nem alterados.

Um exame novo entra assim que o aparelho termina de gravá-lo: o servidor espera o arquivo ficar com o mesmo tamanho em duas conferências seguidas (cerca de 1 a 2 minutos depois de pronto), para nunca cadastrar um exame pela metade. Exames recém-chegados são conferidos de novo em toda varredura, e uma vez por hora todas as pastas são relidas inteiras. Um arquivo com problema não trava os outros.

Cada pasta mostra a última varredura, quantos exames tem, quantos estão aguardando terminar a gravação e se algum deu erro. O botão Registro de varredura lista os exames que entraram, os arquivos aguardando ou com erro (com o motivo) e quando uma pasta ficou sem acesso ou voltou.

Também é possível enviar arquivos pela aba Arquivos → Importar arquivos.

Pasta em outro computador da rede

O servidor roda como conta Sistema do Windows: ele não enxerga as letras das unidades mapeadas (Z:, Y:…) nem usa a senha de quem está logado. Ele lê, porém, o mapeamento de quem usa o computador: no Procurar… aparecem as Unidades de rede mapeadas com o caminho de rede ao lado, e digitar Z:\Exames também funciona — o servidor troca a letra pelo caminho de rede. A pasta do outro computador precisa de um usuário e senha daquele computador:

  1. No outro computador, clique com o botão direito na pasta dos exames → Propriedades → Compartilhamento → Compartilhamento avançado → marque Compartilhar a pasta e anote o nome (exemplo: Exames). Em Permissões, deixe Leitura para o usuário que o servidor vai usar.
  2. Esse usuário precisa ter senha (o Windows bloqueia acesso pela rede de contas sem senha). Pode ser a conta de quem usa o computador ou uma conta só para isso (exemplo: clinica). Conta Microsoft funciona com o e-mail e a senha dela.
  3. Descubra o nome do outro computador (Configurações → Sistema → Sobre) ou o IP dele.
  4. No servidor, em Administração → Pastas vigiadas, digite \\NOME-DO-COMPUTADOR\Exames (ou \\192.168.0.20\Exames). Aparecem os campos Usuário do outro computador (exemplo: RECEPCAO\clinica) e Senha. Clique em Adicionar pasta.

Se algo estiver errado, a mensagem diz o motivo (senha incorreta, compartilhamento não encontrado, sem permissão). A senha fica guardada cifrada pelo Windows, só neste servidor, e é apagada ao remover a última pasta daquele computador. Se o outro computador estiver desligado, a pasta aparece como indisponível e volta sozinha quando ele ligar.

A senha é pedida uma vez por computador: outras pastas do mesmo computador (pelo nome ou pelo IP) usam a senha guardada — deixe usuário e senha em branco. No Procurar…, os computadores com senha guardada aparecem com 🔑.

Para várias pastas do mesmo computador, use sempre o mesmo usuário. O outro computador precisa ficar ligado para os exames novos entrarem; os já cadastrados só abrem enquanto ele estiver acessível, porque o servidor lê o arquivo original.

4. Pacientes

A aba Pacientes lista os exames com nome, nascimento, prontuário e data, lidos do próprio arquivo. Busque por:

Se algum dado vier errado, o administrador corrige em Editar.

5. Abrir um exame

Clique em Abrir. O sistema pergunta como abrir:

O diálogo marca a opção Recomendada e diz o motivo: compara a memória do computador com o tamanho do exame e mede a rede. Computador com pouca memória ou celular → Pelo servidor; memória de sobra ou rede lenta (acesso de fora) → Neste computador. Se a escolha lembrada for "Neste computador" e um exame grande não couber na memória, ele abre pelo servidor sozinho.

Marque Lembrar a escolha para não perguntar mais naquele computador. Para voltar a perguntar: Minha conta → Perguntar de novo ao abrir. O selo ao lado do nome do paciente, no topo, mostra o modo em uso.

6. Visualizador

A tela tem quatro quadros: Volume 3D (em cima à esquerda), Axial (em cima à direita), Sagital e Coronal (embaixo). O nome do paciente aparece no topo de cada quadro, fora da imagem.

7. Ferramentas e atalhos

A barra de ícones fica à esquerda. Passe o mouse sobre um ícone para ver o nome e a tecla de atalho.

TeclaFerramenta
CReferência (posiciona as vistas)
SRolar cortes arrastando
PMover a imagem
ZZoom (Ctrl+rodinha também)
WContraste (janela/nível)
M / ARégua / Ângulo
E / TSeta / Texto
B / XCaneta / Borracha
NCurva da panorâmica (Enter gera)
I, R, H, VInverter, Girar, Espelhar horizontal e vertical
Ctrl+0 / Ctrl+SAjustar / Salvar PNG da vista
Ctrl+Z / DeleteDesfazer / Limpar desenhos
G / KSalvar desenhos / Copiar o MPR inteiro
F / EscTela cheia / Restaurar a vista

Botões do mouse: esquerdo usa a ferramenta ativa, o do meio move e o direito dá zoom (configurável em Configurações).

8. Volume 3D e filtros

As densidades em HU do 3D são estimadas pelo próprio exame (ar e tecido mole); o arquivo XSTD não traz HU calibrado.

9. Panorâmica e mosaico

Panorâmica: escolha a ferramenta (N), clique os pontos do arco dentário no axial e aperte Enter (ou duplo clique). Ajuste espessura, modo e deslocamento. Clique na panorâmica para ver o corte transversal naquele ponto.

Mosaico (botão no topo): mostra vários cortes do plano escolhido lado a lado. Escolha o plano, quantos quadros e de quanto em quanto (mm). A rodinha avança, Shift+rodinha avança uma página e um clique abre o corte no visualizador.

10. Desenhos, medidas e cópias

Avaliação dirigida — TC dos seios da face

O botão Avaliação dirigida (no topo do visualizador) abre, ao lado das imagens, a lista de pontos críticos do protocolo: septo, complexo ostiomeatal, variantes anatômicas, lâmina papirácea, artéria etmoidal anterior, Keros, célula de Onodi, seio esfenoidal/carótida, nervo óptico, velamento (Lund-Mackay) e origem odontogênica, na ordem cirúrgica.

É um roteiro de apoio ao ensino: o programa não detecta achados sozinho e não substitui o laudo. O lado direito/esquerdo é o escolhido pelo avaliador.

Comparar dois exames (antes × agora)

No visualizador, botão Comparar…: escolha outro exame (os do mesmo paciente aparecem primeiro; dá para procurar por nome). A tela divide: atual à esquerda e anterior à direita, cada lado com nome · idade no exame · data. O corte, o zoom e a posição andam juntos.

Modelos de contraste de referência

Na lista Modelos de contraste, o grupo Referência (sistema) traz modelos fixos em HU, convertidos para cada exame (DICOM ou XSTD): Seios da face (osso) W 2500/L 400, Partes moles W 400/L 40, Mucosa × ar W 1600/L −300, Osso cortical W 2000/L 600, Dentes e implantes W 4000/L 1000. Eles não podem ser apagados; os seus ficam em Salvos. Qualquer um pode virar o ☆ Padrão.

Exportar DICOM 3.0 para uma pasta

No visualizador, botão Exportar DICOM (barra de cima). Escolha a pasta de destino (no computador ou num pen drive): é criada a pasta “Nome do Paciente - dd-mm-aaaa” no padrão de mídia DICOM 3.0 (como um CD de exame), que qualquer visualizador DICOM abre:

Se faltar no arquivo original algum campo que o padrão de mídia exige (número da série, da imagem, prontuário…), só a cópia exportada recebe um valor padrão; o exame no servidor não muda.

Mudou algo depois? Exporte de novo para a mesma pasta: os arquivos são regravados com as modificações. No celular e no app Android (sem escolha de pasta), o resultado vem num ZIP.

Exames XSTD: o contraste em HU é estimado pelo histograma (o XSTD não grava HU), como na conversão para DICOM.

Planejamento dos seios da face

No visualizador, botão Planejamento (barra de cima). O painel abre à esquerda e tudo o que você marcar fica salvo no exame, para todos os usuários, em XSTD e em DICOM.

Septo nasal (também no item Septo da avaliação dirigida)

Traçar septo: aperte ✏ Coronal e passe a caneta sobre o septo no coronal (de cima para baixo); aperte ✏ Axial e passe a caneta no axial (de frente para trás) — em qualquer ordem, e apertar de novo refaz o traço. Enquanto traça, clicar nas imagens não move as linhas de referência. Clique Finalizar para colorir. O septo inteiro fica colorido em todos os cortes e no 3D, com o desvio máximo em mm e o lado (no XSTD o lado é presumido). Ir ao maior desvio leva os cortes até ele; Retraçar substitui o anterior.

O preenchimento segue só o cinza do septo: a espessura do septo é medida no próprio exame, e onde ele encosta numa concha, no assoalho ou no teto, só a faixa do septo é pintada (a concha, o assoalho e o teto ficam de fora). O desvio é medido no corpo do septo, sem as bordas onde ele encontra o esfenoide, o teto e o assoalho. Pode sobrar uma pequena falha nesses encontros — é preferível a pintar outra estrutura.

Ver uma região sozinha em 3D e STL

Em qualquer região colorida (septo, seio, osso): Ver em 3D abre só ela, para girar e salvar em PNG; STL baixa o modelo 3D em milímetros (impressão 3D e programas de planejamento).

Vias aéreas superiores — da narina à hipofaringe

Aperte Analisar via aérea (1 clique) e clique no ar da faringe (ou do nariz) em qualquer vista. Em alguns segundos a via inteira é reconstruída em 3D: cavidade nasal direita e esquerda (da narina às coanas), nasofaringe, orofaringe e, se a ponta da epiglote for marcada, hipofaringe. Os seios paranasais ficam de fora (o programa corta no óstio) e o ar de fora do rosto é cortado na narina.

O cartão mostra o volume total e de cada segmento, o MCSA da faringe (área mínima perpendicular à linha central, como o ITK/Dolphin), a menor área nasal (corte coronal, direita + esquerda, geralmente na válvula nasal), dois gráficos (faringe por altura; nariz da narina às coanas) e o mapa de calor nas vistas e no 3D (vermelho = mais estreito, azul = mais largo; nariz e faringe têm escalas próprias).

Marcos: o septo (divide direita e esquerda) e a PNS com o plano palatino (divide cavidade nasal, nasofaringe e orofaringe; abaixo do palato e à frente da PNS é boca e fica fora) saem automáticos. Para corrigir, ponha o cruzamento das linhas no ponto certo e aperte: PNS aqui (no sagital, na espinha nasal posterior), Ponta da epiglote aqui (separa orofaringe e hipofaringe) e Limite inferior aqui (fim da via, por exemplo a base da epiglote ou C4). Marcos automáticos desfaz.

A hipofaringe só existe se o exame chegar até ela: muitas tomografias de seios da face terminam logo abaixo do palato.

Cefalometria do ronco e da apneia

No painel, em Cefalometria do ronco e da apneia, aperte Marcar ao lado de cada ponto e clique nele numa vista (de preferência no sagital médio): S (sela), N (násio), A, B, PNS, P (ponta do palato mole), Go (gônio), Me (mento), H (hioide) e C3. Se a via aérea já foi analisada, Usar a PNS da via aérea aproveita a PNS encontrada. As medidas saem sozinhas, com a referência ao lado: SNA, SNB, ANB, SN·GoMe, PNS-P (comprimento do palato mole), MP-H (hioide ao plano mandibular), H-C3, e — usando a via aérea segmentada — PAS (espaço aéreo na linha Go-B) e SPAS (atrás do palato mole). Valores fora de um desvio no sentido de risco aparecem em laranja com ↑ ou ↓.

Na literatura, MP-H aumentado e PAS/SPAS reduzidos são os achados mais consistentes na apneia; SNA e SNB têm suporte mais fraco. As referências (Riley 1983 e controles da revisão de Neelapu 2017) são de população e variam com sexo e etnia: use como orientação, junto com a polissonografia, nunca como diagnóstico. Ângulos e distâncias são medidos na projeção sagital, como na telerradiografia lateral.

Ferramenta de apoio, ainda não validada contra o Dolphin: confira o ponto crítico nas vistas. A posição da língua, a deglutição e a postura da cabeça na aquisição mudam muito os números.

XSTD não traz HU calibrado: o “ar” e o “osso” usam o HU estimado pelo histograma do exame. Em DICOM, o HU do próprio arquivo. Confira sempre o resultado nas vistas.

DICOM e PACS

O servidor é também um PACS DICOM 3.0: recebe exames de tomógrafos e outros programas, responde a consultas e entrega exames. Exames DICOM entram na lista de pacientes com origem DICOM e abrem no visualizador com o HU e o espaçamento reais do arquivo.

Ligar e desligar formatos

Em Administração → Formatos de exame escolha se o servidor usa XSTD, DICOM ou os dois (o padrão). Ao desligar um formato, os exames dele somem da lista, as pastas vigiadas param de cadastrar arquivos desse tipo e novas importações dele são recusadas. Desligar o DICOM também desliga o serviço DICOM da rede, a aba PACS e os botões Enviar e DICOM. Desligar o XSTD faz os outros programas deixarem de ver esses exames como DICOM. Nada é apagado: ao religar, tudo volta.

Configurar (administrador)

  1. Administração → DICOM: o serviço vem ligado com AE Title SERVIDORXSTD e porta 11112. A tela mostra o IP a informar nos outros programas.
  2. Em Nós DICOM, cadastre cada equipamento ou programa que vai conversar com o servidor (nome, AE Title, IP e porta) e clique em Testar. Por segurança, só nós cadastrados podem se conectar.
  3. No outro equipamento, cadastre este servidor com o AE Title, IP e porta mostrados.

Usar

Na conversão de XSTD para DICOM, o HU é estimado pelo histograma (o arquivo XSTD não traz HU calibrado); isso fica registrado nas imagens.

Fotos, PDF, vídeos e o Conversor DICOM

Anexar ao exame do paciente

Na lista de pacientes, clique em Anexar no exame e escolha fotos (JPEG, PNG, BMP, TIFF, WebP), PDF ou vídeos. Cada arquivo vira DICOM com os dados do paciente e entra no mesmo estudo do exame: aparece na lista como Foto, Documento PDF ou Vídeo, abre com Abrir e vai junto quando outro programa consulta ou recebe o estudo pelo DICOM.

Conversor DICOM (programa separado)

Atalho Conversor DICOM no Menu Iniciar e na Área de Trabalho do servidor. Para usar em outro computador, baixe Conversor-DICOM-versão.zip na página de versões e descompacte; não precisa instalar.

O XSTD gerado abre neste servidor e no modo “Neste computador”. A compatibilidade com o programa da Xoran não pôde ser testada: confira com um exame antes de usar na rotina.

App Android (tablet e celular)

  1. Baixe o Exames.apk na página de versões do servidor (ou receba o arquivo) e abra no aparelho. Se o Android pedir, permita instalar apps desta fonte.
  2. Na primeira abertura, digite o endereço do servidor: na clínica https://IP-DO-SERVIDOR:8786; de fora, o endereço Tailscale (o aparelho precisa estar com o Tailscale ligado).
  3. O app mostra a impressão digital do certificado. Compare com a que aparece em Administração → Endereços de acesso e confirme. Depois disso o app só aceita aquele servidor.
  4. Entre com seu usuário e senha, como no computador.

11. Acesso a distância

O acesso de fora da clínica é feito pelo Tailscale, uma rede privada e criptografada. Funciona mesmo sem IP fixo na clínica e sem abrir portas no roteador.

  1. No servidor: instale o Tailscale (tailscale.com/download), entre com a conta da clínica e, no ícone perto do relógio, ative Run unattended.
  2. No aparelho de fora (casa, notebook, celular): instale o Tailscale e entre com a mesma conta.
  3. O endereço de acesso aparece em Administração → Endereços de acesso, por exemplo https://servidor.xxxx.ts.net:8786.

Nunca redirecione a porta do servidor no roteador. No painel do Tailscale, remova aparelhos perdidos ou que não são mais usados.

12. Atualizar o servidor

Em Administração → Atualização do servidor, clique em Verificar atualização. Se houver versão nova, clique em Baixar e instalar. O servidor baixa o instalador, confere a assinatura digital, instala e volta sozinho em alguns segundos. Todos precisam entrar de novo depois.

O servidor nunca se atualiza sozinho. Se algo der errado, o registro fica em C:\ProgramData\ServidorXSTD\atualizacao.log.

Também é possível atualizar rodando um instalador novo no servidor e clicando em Atualizar. Usuários, exames e configurações são mantidos.

13. Cópia de segurança

Tudo fica em C:\ProgramData\ServidorXSTD:

Copie essa pasta inteira para um disco externo com frequência (como administrador). Os exames das pastas vigiadas ficam onde já estavam e precisam do backup próprio.

14. Problemas comuns

O navegador diz "conexão não é particular".
É o certificado próprio do servidor. Avançado → Continuar.
Outro computador da clínica não abre o endereço.
Confira o IP em Administração → Endereços de acesso e se os dois estão na mesma rede. O firewall do servidor só libera redes privadas e o Tailscale.
"Muitas tentativas. Aguarde um minuto."
Senha errada várias vezes seguidas; espere um minuto.
O exame não aparece na lista.
Confira se a pasta vigiada está "Disponível" e clique em Procurar agora.
"Neste computador" não abriu.
Falta memória; o sistema abre pelo servidor automaticamente.
O servidor parou.
Ele volta sozinho em até 5 minutos. Para forçar, reinicie o computador. Erros ficam em servidor-erros.log na pasta de dados.

15. Limites e cuidados